Dia de caça
Epa tava eu muito bem a caçar la pos lados dos carapaus... la pos lados da serra.
Tava a caçar Nabos... epa e sabem como é a vida no mato os calores sobem a um home né?
E quando ia disparar pa matar mais um nabo que tava quieto no chão foi ai que me deu a dita CAGANEIRA.
Epa um home como eu, que toma banho quando faz anos e que cheira a cerveja e a vomitado que so troca de roupa quando é natal e os anos da filha teem que cagar num local assiado.
Epa olhei pos lados e nda, nem uma sanita abandonada no meio da serra pelos peregrinos.
E foi ai que me lembrei do convento. Epa um gaju como eu tinha que ir cagar ao convento.
Epa corri o mais que pude, ja que a caganeira tava a tornar-se insuportavel. Vejam lá que a 2 dias tinha comido Feijoada feita pela maria e os putos ficaram com diarreia e ainda hoje quando um fala caga as calças e as cuecas.
Continuando... Quand cheguei ao convento tavam as freiras a andarem de Bicicleta sem selim e eu disse epa estas freiras hoje em dia tão cada vez mais radicais... continuando...
Chamei a irmã e disse
-Olha la sua carrapoa adepta do VITORIA eu tenho que ir arriar o calhau que a feijoada ja me ta a lambusar as bordas do cu.
E ela com o seu ar muito angelical disse-me.
-Entra mas olha que depois tens que ir ao meu quarto ver umas teias de aranha que eu paqui tenho.
Epa eu corri e quando cheguei ao cagaçal fiquei la nada mais que 5 minutos.
A que boa cagada que aquela foi heim.
Quando sai tentei fugir das freiras ja que o ultimo padre que la apareceu ficou sem a pixa apos uma noite de confessionario.



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